CORUJINHA

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MEUS FUTUROS JOGADORES DE FUTEBOL

     Eu nasci e me criei próximo ao campo de futebol da Rua Benício Filho, conhecido como Campo Beira Rio (por se localizar ao lado do Rio Mossoró).
     Foi lá que eu comecei a ter os primeiros contatos com a bola e aprendi a correr atrás dela.
     Juntamente com meus amigos da rua, tínhamos um time imbatível. Time que se dedicava a prática esportiva todos os dias. Sempre pela manhã e pela tarde.
     Fundei times como: Fortaleza, BF, Os Caçotes I e II, Palmeiras e outros que não me recordo agora. E por outras equipes, joguei.
     Graças a prática diária, fui aprimorando os fundamentos do futebol e por várias vezes defendi equipes em campeonatos de bairro.
     Não me tornei profissional, mas ganhei vários títulos por equipes diversas.
     Sem gabar das minhas qualidades futebolísticas, até que jogava bem, aliás, era muito esforçado.
     Joguei em diversas funções no campo de futebol. Até goleiro aprendi a jogar, inclusive, ganhando campeonato e medalha de Melhor Goleiro no campo Beira Rio pelo time dOs Caçotes.
     Por várias vezes fui requisitado a defender as cores de equipes espalhada pela cidade de Mossoró a fora. E tinha o maior gosto de jogar.
     Para os dias de hoje, sinto-me cansado pela não prática do esporte mais querido no mundo. E a ociosidade trouxe-me uma indesejada barriguinha. que consegui com a prática da colher.
     Nem por isso deixei de jogar. Jogo um pouquinho com os meus dois filhos e ensino-lhes os segredos deste esporte bretão.
     E é gostoso, além do prazer de ficar com eles, mostrar que a brincadeira pode tornar algo sério quando se tem talento.
     Se por por sangue (DNA do pai),  disposição e prática, eles certamente vão longe.
     No click fotográfico, registrei o momento exato em que Gabriel, de apenas 4 anos, chutava uma bola de perna esquerda. Muito estilo para uma criança da sua idade.
     No outro registro, meu outro filho, Lucas Rafael chutando de direita para mostrar que o papai ensinou direitinho o que uma criança de 7 anos pode fazer e pode aprender neste mundo futebolístico.
     O orgulho virá no futuro se eles quiserem seguir  a carreira que seu pai não conseguiu, mas que eles tem tudo para dar certo.
     E os futuros atacantes do Baraúnas serão lapidados por um pai coruja que sempre ensinam o valor que tem um atleta.
     E dá-lhes, meus jogadores de futebol...
 
 
    

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