CORUJINHA

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

ERIBERTO MONTEIRO EM DOSE DUPLA




           
Hoje é o dia do meu aniversário. Mas nem sempre foi assim. Quando pequeno, sempre comemorava meu aniversário no dia 10 de abril. Dizia minha mãe que eu nasci num sábado de Aleluia, ou seja, na Semana Santa, no dia do Judas (ora, ora).
No meu registro de nascimento um detalhe que formou a confusão: data de nascimento 10/07/1971.
                   Pois bem. Com o passar do tempo a confusão foi se formando. Pessoas perguntavam a data do meu nascimento e eu prontamente informava a data de abril. Mas quando conferiam os documentos, viam a data alterada. Foram várias vezes nesta situação até que tomei uma atitude de adotar a que consta no documento, porque, afinal, ela é oficial.
                 Daí veio outro problema: a  minha mãe não aceitou de maneira alguma. Sempre ressaltando o erro no cartório e que não poderia adotar aquela data (10 de julho).
                  Chegando nos finalmente, a  algo em torno de 10 anos atrás, resolvi adotar a data oficial contra-argumentando com minha mãe e tornando a data definitiva em minha vida. 
                 Minha mãe continuou a parabenizar-me ainda no dia 10 de abril todos os anos, afinal é a real data do meu natalício. Tentei por vários momentos resistir a esta data e a repreendê-la. Para minha surpresa, fiquei sabendo o motivo da rejeição dela: a minha avó materna, Ivanice Zirca da Silva, morreu naquela data (10 de julho). Daí tanta resistência.
                   É verdade que hoje minha mãe aceita mais a data do registro, embora ainda parabenize-me no dia 10 de abril, mas daí veio outro problema. Eu me acostumei tanto com as duas datas que ano a ano quero ganhar presente em dobro. 
                    De certa forma, parabéns para mim nesta data querida...

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