As luzes natalinas encantam e hipnotizam nossos olhos, mas não podem nos tornar indiferentes às desigualdades. Precisamos transformar esse encantamento em consciência e ação, fazendo das luzes do Natal uma luz no fim do túnel.
Em meio ao consumismo, o bom velhinho parece ter roubado a cena do menino Jesus. Não o Jesus de olhos azuis, distante de suas origens históricas, mas o Jesus libertador, contestador das injustiças e defensor dos oprimidos.
Que celebremos um Natal comunitário, com os olhos inocentes das crianças, sem perder a capacidade de questionar e transformar a realidade.
Que as luzes do Natal não apenas iluminem nossas cidades, mas também nossas consciências, na esperança de um mundo mais justo, fraterno e igualitário.
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