sexta-feira, 14 de março de 2014

UMA MENSAGEM AOS MEUS PRÓPRIOS VERSOS

                  Hoje, Dia da Poesia, quero prestar uma homenagem não apenas aos poetas e à arte de transformar sentimentos em palavras, mas também à minha própria poesia.

Essa companheira de tantas jornadas, ora livre e versátil, ora engessada pelas limitações das palavras, mas sempre fiel aos meus sentimentos, às minhas inquietações e à minha maneira de enxergar o mundo.

Minha poesia nem sempre procura agradar. Às vezes, é ternura; outras vezes, indignação. Ora é saudade, ora é esperança. Pode ser romântica, crítica, irônica, provocadora ou simplesmente um desabafo da alma.

Não tenho a pretensão de fazer versos perfeitos. Prefiro a liberdade de escrever aquilo que penso, sinto e acredito, mesmo quando a inspiração tropeça nas rimas ou quando a ironia se torna a melhor maneira de dizer certas verdades.

Afinal, a poesia é uma das formas mais bonitas de exercer a liberdade de expressão. É dar voz ao silêncio, transformar inquietações em versos e permitir que a alma fale sem pedir licença.

Hoje, portanto, celebro a poesia dos grandes poetas, dos anônimos e também a minha, com todas as suas virtudes, imperfeições, ousadias e contradições.

Porque minha poesia pode até ser imperfeita, mas jamais deixará de ser livre.

Viva a poesia! Viva a liberdade de poetar!




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